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Que amável é a vossa morada, Senhor do universo! A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do Senhor. O meu coração e a minha carne exultam pelo Deus vivo. Até a ave encontra casa e a andorinha um ninho para os seus filhos: os vossos altares, Senhor do universo, meu Rei e meu Deus. Felizes os que habitam na vossa casa: hão-de louvar-vos para sempre. Feliz o homem que em vós encontra a sua força e no coração traça os caminhos da peregrinação. Ao atravessar o vale árido, o transforma em nascente, e a chuva do outono o cobre de bênçãos. Caminham com vigor crescente até verem Deus em Sião. Vale mais um dia nos vossos átrios do que mil noutro lugar.